quarta-feira, 5 de junho de 2013

Relatos de algumas de nossas experiências com a leitura e a escrita.



CARLA TRONCOSO BRAGA

            “A ciência já comprovou, mas nem precisava: literatura faz bem para o cérebro, já que quando lemos, o sangue flui para diversas áreas do cérebro associadas à concentração e compreensão. O que a ciência não comprova, é que a literatura também faz bem para a alma, pois, através dela conseguimos viajar, imaginar, sentir e ser mais criativos e mais claros ao nos expressar.
            Meu primeiro contato com a literatura foi o livro da Dona Baratinha, cujo título não me recordo. Nesta ocasião eu ainda não sabia ler, mas de tanto minha mãe ler para mim, eu acabei decorando palavra por palavra, e lá fui eu “ler” o meu livrinho para minhas amigas, fazendo com que todas acreditassem que eu realmente sabia ler. Foi o máximo! Após alguns meses, comecei  a frequentar a escola e , realmente aprendi a ler.Quando chegaram as férias de julho, fomos para a casa da Vó Cida, como de costume. Um certo dia, após brigar com minha prima, minha Vó, com o intuito de me consolar, colocou seu caderno de receitas no meu colo e me disse para escolher um bolo para preparar com ela. Imediatamente enxuguei minhas lágrimas e mergulhei naquelas receitas. Acabei escolhendo o bolo de laranjas e fomos para a cozinha: 2 xícaras disso, 3 colheres daquilo, 1 pitada daquele outro....olhem só, acho que a Vó Cida foi minha primeira professora de matemática. Enfim, o bolo ficou ótimo. Depois disso não parei mais, só fui perder o interesse pela leitura no ensino médio, quando éramos obrigados a ler os " clássicos da literatura " . Será que algum adolescente cheio de hormônios borbulhantes tem interesse por esse tipo de literatura? Só sei que, no meu caso, troquei a literatura pela música: Legião Urbana, Titãs, U2, etc. Voltei a me interessar por literatura após a faculdade , quando fiquei intrigada ao ver meu sobrinho de 8 anos lendo um livro que parecia não ser muito apropriado para seu nível de escolaridade ,então resolvi ler aquele livro e , deste modo voltei a me apaixonar pelos livros. Ah! Sabem que livro era? Harry Potter e a Pedra Filosofal.
            Só para terminar: “Os livros são os mais silenciosos e constantes amigos; os mais acessíveis e sábios conselheiros; e os mais pacientes professores" (Charles Elliot).” 


CARLOS ROBERTO ALVARES

            “A minha experiência com leitura, não é das melhores, mas lembro do primeiro livro de li, foi um presente de meu avô, o nome deste livro era o foguete azul, era uma linguagem bem simples (para crianças), foi uma leitura gostosa que poderia alavancar o gosto de ler, talvez o não interesse foi que naquela época não sabia como obter livros, minha família não tinha o habito pela leitura. Hoje apoio aos meus filhos sobre a importância de uma boa leitura, tenho uma filha de 22 anos cursando a UFSCar em São Carlos que graças a leitura chegou ao tão sonho desejado por ela e por seus pais. Voltando a minha pessoa, comecei a ter gosto pela leitura quando iniciei a faculdade, foi ai que percebi a importância da leitura. Agora como professor  tenho o dever de passar para meus alunos a importância de ler seja um simples livro de contos mas é importante iniciar o mais cedo possível.”


CAROLINA DA SILVA VITALINO

            “Quando estudava não tinha muito incentivo a leitura fui começar a ter mesmo na 5ª série quando minha professora de português pedia para lermos 1 livro a cada 15 dias. Esses eram da série Vagalume, era maravilhoso, desde então até a 8ª série como era a mesma professora líamos muito. Quando fui para o ensino médio( que era o magistério), já não tive tanta participação com a leitura. Tanto que as obras literárias não tivemos muito conhecimento. Bom mas com as leituras que tive, puder tomar gosto. Hoje tenho boa interpretação e posso dizer que a leitura é muito importante sim para a aprendizagem de um aluno. 


ALINE SIMÕES LAZARO

            “Não lembro bem com quantos anos, mas ainda pequena, adorava ir à casa da minha tia ler sua coleção de livros. Eram os clássicos da literatura infantil: Os três porquinhos, Cinderela, Pinóquio, O gato de botas, A bela adormecida, Branca de Neve e os sete anões... O que mais me chamava atenção eram suas capas feitas de holograma, hoje conhecida como 3D. Era fascinante! Com o passar do tempo, fui me interessando pelos gibis. Quem nunca leu a Turma da Mônica? Mais velha, já no ensino médio, me lembro de ler os clássicos da literatura: Dom Casmurro, A moreninha, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Cortiço, Vidas Secas... Gostei bastante. Hoje, infelizmente, só faço leituras mais técnicas, voltadas para a minha área de ensino.”


ANDREIA APARECIDA ZACARI LICERAS

            “A leitura era algo para mim muito fascinante,quando começava a ler um livro não conseguia parar, queria sempre saber o final, me sentia parte do texto. Os livros nos fazem sonhar, dá asas a nossa imaginação. Ler me fez e faz muito bem. Através dos livros aprendi a ser uma pessoa sonhadora, mas tendo a sabedoria de enfrentar a realidade. Além da alfabetização onde tive os primeiros contados com a leitura e a escrita, a minha lembrança marcante foi quando ganhei um livro na 4ª série, literatura clássica dos Irmãos Grimm.”    


APARECIDA DE FÁTIMA BÁRBARO

            “O que marcou minha infância no mundo da leitura e da escrita foi o incentivo, que recebi de meus pais. Eles se revezavam, contando histórias, lendo livros tão interessantes, que me faziam viajar no mundo da fantasia e da imaginação. Questionava-me: Como seriam os personagens? E os lindos cenários? Onde aconteciam histórias incríveis. Estes acontecimentos serviram como ferramenta e incentivo, para que me apaixonasse pelo mundo mágico da leitura e da escrita.”


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