CARLA
TRONCOSO BRAGA
“A ciência já comprovou, mas nem
precisava: literatura faz bem para o cérebro, já que quando lemos, o sangue
flui para diversas áreas do cérebro associadas à concentração e compreensão. O
que a ciência não comprova, é que a literatura também faz bem para a alma,
pois, através dela conseguimos viajar, imaginar, sentir e ser mais criativos e
mais claros ao nos expressar.
Meu primeiro contato com a literatura
foi o livro da Dona Baratinha, cujo título não me recordo. Nesta ocasião eu
ainda não sabia ler, mas de tanto minha mãe ler para mim, eu acabei decorando
palavra por palavra, e lá fui eu “ler” o meu livrinho para minhas amigas,
fazendo com que todas acreditassem que eu realmente sabia ler. Foi o máximo!
Após alguns meses, comecei a frequentar a escola e , realmente aprendi a
ler.Quando chegaram as férias de julho, fomos para a casa da Vó Cida, como de
costume. Um certo dia, após brigar com minha prima, minha Vó, com o intuito de
me consolar, colocou seu caderno de receitas no meu colo e me disse para
escolher um bolo para preparar com ela. Imediatamente enxuguei minhas lágrimas
e mergulhei naquelas receitas. Acabei escolhendo o bolo de laranjas e fomos
para a cozinha: 2 xícaras disso, 3 colheres daquilo, 1 pitada daquele
outro....olhem só, acho que a Vó Cida foi minha primeira professora de
matemática. Enfim, o bolo ficou ótimo. Depois disso não parei mais, só fui
perder o interesse pela leitura no ensino médio, quando éramos obrigados a ler
os " clássicos da literatura " . Será que algum adolescente cheio de
hormônios borbulhantes tem interesse por esse tipo de literatura? Só sei que,
no meu caso, troquei a literatura pela música: Legião Urbana, Titãs, U2, etc.
Voltei a me interessar por literatura após a faculdade , quando fiquei
intrigada ao ver meu sobrinho de 8 anos lendo um livro que parecia não ser
muito apropriado para seu nível de escolaridade ,então resolvi ler aquele livro
e , deste modo voltei a me apaixonar pelos livros. Ah! Sabem que livro era?
Harry Potter e a Pedra Filosofal.
Só para terminar: “Os livros são os
mais silenciosos e constantes amigos; os mais acessíveis e sábios conselheiros;
e os mais pacientes professores" (Charles Elliot).”
CARLOS
ROBERTO ALVARES
“A minha experiência com leitura,
não é das melhores, mas lembro do primeiro livro de li, foi um presente de meu
avô, o nome deste livro era o foguete azul, era uma linguagem bem simples (para
crianças), foi uma leitura gostosa que poderia alavancar o gosto de ler, talvez
o não interesse foi que naquela época não sabia como obter livros, minha
família não tinha o habito pela leitura. Hoje apoio aos meus filhos sobre a
importância de uma boa leitura, tenho uma filha de 22 anos cursando a UFSCar em
São Carlos que graças a leitura chegou ao tão sonho desejado por ela e por seus
pais. Voltando a minha pessoa, comecei a ter gosto pela leitura quando iniciei
a faculdade, foi ai que percebi a importância da leitura. Agora como professor
tenho o dever de passar para meus alunos a importância de ler seja um
simples livro de contos mas é importante iniciar o mais cedo possível.”
CAROLINA
DA SILVA VITALINO
“Quando estudava não tinha muito
incentivo a leitura fui começar a ter mesmo na 5ª série quando minha professora
de português pedia para lermos 1 livro a cada 15 dias. Esses eram da série
Vagalume, era maravilhoso, desde então até a 8ª série como era a mesma
professora líamos muito. Quando fui para o ensino médio( que era o magistério),
já não tive tanta participação com a leitura. Tanto que as obras literárias não
tivemos muito conhecimento. Bom mas com as leituras que tive, puder tomar
gosto. Hoje tenho boa interpretação e posso dizer que a leitura é muito
importante sim para a aprendizagem de um aluno.
ALINE
SIMÕES LAZARO
“Não lembro bem com quantos anos,
mas ainda pequena, adorava ir à casa da minha tia ler sua coleção de livros.
Eram os clássicos da literatura infantil: Os três porquinhos, Cinderela,
Pinóquio, O gato de botas, A bela adormecida, Branca de Neve e os sete anões...
O que mais me chamava atenção eram suas capas feitas de holograma, hoje
conhecida como 3D. Era fascinante! Com o passar do tempo, fui me interessando
pelos gibis. Quem nunca leu a Turma da Mônica? Mais velha, já no ensino médio,
me lembro de ler os clássicos da literatura: Dom Casmurro, A moreninha,
Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Cortiço, Vidas Secas... Gostei bastante.
Hoje, infelizmente, só faço leituras mais técnicas, voltadas para a minha área
de ensino.”
ANDREIA
APARECIDA ZACARI LICERAS
“A leitura era algo para mim muito
fascinante,quando começava a ler um livro não conseguia parar, queria
sempre saber o final, me sentia parte do texto. Os livros nos fazem sonhar, dá
asas a nossa imaginação. Ler me fez e faz muito bem. Através dos livros aprendi
a ser uma pessoa sonhadora, mas tendo a sabedoria de enfrentar a realidade.
Além da alfabetização onde tive os primeiros contados com a leitura e a
escrita, a minha lembrança marcante foi quando ganhei um livro na 4ª série,
literatura clássica dos Irmãos Grimm.”
APARECIDA
DE FÁTIMA BÁRBARO
“O que marcou minha infância no
mundo da leitura e da escrita foi o incentivo, que recebi de meus pais. Eles se
revezavam, contando histórias, lendo livros tão interessantes, que me faziam viajar
no mundo da fantasia e da imaginação. Questionava-me: Como seriam os
personagens? E os lindos cenários? Onde aconteciam histórias incríveis. Estes
acontecimentos serviram como ferramenta e incentivo, para que me apaixonasse
pelo mundo mágico da leitura e da escrita.”
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